quinta-feira, 3 de julho de 2014

Reservense precisa de ajuda para fazer tratamento de doença rara na Tailandia

Rosnei Rocha, precisa de ajuda para tratamento na Tailândia
Uma família de Reserva vive momentos de angustia!
O senhor Rosnei Rocha na foto acima, tem uma doença rara e a família pede por ajuda a população Reservense e as pessoas de outras Cidades que sentirem-se aptas a colaborarem lendo este pedido de caridade.

Rosnei tem, Esclerose Lateral Amiotrófica, e a família aguarda já a 8 meses pelo encaminhamento que se forem arrecadados os valores necessários, será no Hospital Better Being em BangKok, na Tailandia.
veja o atestado médico:

O tratamento dura apenas 01 Mês, mais tem um custo alto que a família não dispõe. O custo total sai em torno de R$ 150.000,00 (Cento e Cinquenta mil Reais), a família conta com ajuda de familiares e amigos para tentar juntar este valor, mais ainda a muito para ser arrecadado.

Por isso pedem encarecidamente pela ajuda das pessoas que se sentirem a disposição, pode ser de qualquer valor, ou o que for possível, parentes e amigos já estão fazendo de tudo para arrecadarem, vendem objetos e fazem sorteios de produtos para arrecadação. De pouco em pouco vai se somando, e assim vai aumentando as esperanças do senhor Rosnei, familiares e amigos.

A ajuda seja ela qual for, pode ser entregue ou combinada diretamente com Vilma Rocha, cunhada de Rosnei Rocha, contato pelo telefone: (042) 9952-9799
ou se for valor em R$ dinheiro, pode ser depositado na conta: 
AGENCIA= 2523-2
CONTA= 19.737-8
A.=51
BANCO DO BRASIL.

conheça um pouco sobre a doença no texto a seguir extraído do site do Doutor Drauzio Varella.

A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença.
Não se conhece a causa específica para a esclerose lateral amiotrófica. Parece que a utilização excessiva da musculatura favorece o mecanismo de degeneração da via motora, por isso os atletas representam a população de maior risco. Outra causa provável é que dieta rica em glutamato seja responsável pelo aparecimento da doença em pessoas predispostas. Isso aconteceu com os chamorros, habitantes da ilha de Guan no Pacífico, onde o número de casos é cem vezes maior do que no resto do mundo.
Estudos recentes em ratos indicam que a ausência de uma proteína chamada parvalbumina pode estar relacionada com a falência celular característica da ELA, uma doença relativamente rara (são registrados um ou dois casos em cada cem mil pessoas por ano, no mundo), que acomete mais os homens do que as mulheres, a partir dos 45/50 anos.

Apesar das limitações progressivas impostas pela evolução da doença, o paciente costuma ser uma pessoa dócil, amorosa, alegre, que preserva a capacidade intelectual e cognitiva e raramente fica deprimida. Sintomas O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: cãibras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.

Diagnóstico
A doença é de difícil diagnóstico. Em grande parte dos casos, o paciente passa por quatro, cinco médicos num ano, antes de fechar o diagnóstico e iniciar o tratamento. Tratamento O tratamento é multidisciplinar sob a supervisão de um médico e requer acompanhamento de fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas. A pesquisa com os chamorros serviu de base para o desenvolvimento de uma droga que inibe a ação tóxica do glutamato, mas não impede a evolução da doença.
Os experimentos em curso com animais apontam a terapia gênica como forma não só de retardar a evolução, como possibilidade de reverter o quadro. Recomendações * O diagnóstico e o início precoce do tratamento são dois requisitos fundamentais para retardar a evolução da doença. Não subestime os sintomas, procure assistência médica; * Embora a ELA seja uma doença degenerativa irreversível, não há como fazer prognósticos. Em alguns casos, a pessoa vive muitos anos e bem;

* A relação do paciente com a equipe médica e familiares é sempre muito rica. Ele está sempre animado e procurando alternativas para enfrentar as dificuldades do dia a dia; * Pelo menos aparentemente, o portador da doença costuma sofrer menos do que o cuidador, que precisa aprender a maneira correta de tratar do doente, sem demonstrar que teme por sua morte iminente.

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